Quando o peixe pula o cachorro.

Fevereiro 27, 2008 - One Response

Segundo o Google Trends, o nosso melhor amigo é o mais buscado em todos os meses do ano, menos em Abril.

Peixe Google Trends

Nesse mês o peixe é o animal mais relevante. Só pode ser por causa da páscoa.

* Não, essa análise brilhante(sem ironia) não foi minha, mas do Marco Bebiano do Google.

A disputa pela Casa Branca na era das redes sociais

Fevereiro 26, 2008 - Leave a Response

O pré-candidato Barack Obama, amplia sua campanha no mundo digital em pelo menos 16 redes sociais distintas. Uma clara tentativa de aproximação com o público jovem. Comunidades de apoio no Facebook e no MySpace , currículo do candidato no LinkedIn e no Flickr as fotos da campanha.

No site da campanha, Obama tem sua própria Rede Social, onde seus eleitores podem criar um perfil e se comunicar entre si.

Matrix e a Oracle.

Fevereiro 5, 2008 - One Response

No feriadão aproveitei para rever a trilogia de Matrix, um dos filmes de ficcão científica mais inteligentes de todos os tempos, e dvd vai dvd vem, surge a dúvida:

Seria a Oráculo um grande truque do merchandising mundial?

O merchandising consiste em passar quase que subliminarmente o conceito de um produto ou uma marca alinhados com o conteúdo de um programa/filme/novela.

Entre os mais bem sucedidos, eu citaria o Calvin Klein em De Volta para o Futuro (talvez o primeiro?) e a FedEx em Náufrago, onde o produto é a própria história.

O fato é que Matrix é um filme permeado pela cultura Hacker, tecnologia, dispositivos portadores de dados, redes, todo o universo da informática, o que configura uma possibilidade de merchandising para a um anunciante desse mercado.

Segundo a Wikipedia, a Oracle surgiu como empresa gerenciadora de sistemas de bancos de dados. Hoje é lider de mercado nesse segmento desenvolvendo aplicações que interagem com a Web e softwares comuns.

DIABO: Humpf. Don’t be that innocent kid. Course it is. I guided them myself. I know it.

Faz todo o sentido uma empresa justamente de Banco de Dados patrocinar um filme totalmente informático onde um personagem onisciente prediz o futuro.

Se eu fosse do marketing da Oracle teria orgamos mentais ao ver, mesmo que na ficção, pessoas enfrentando uma guerra para falar com a minha empresa, que organiza e sabe de todos os dados podendo através deles prever o futuro.

ANJO: Você está louco, fica o dia inteiro pensando em ludibriar as mentes fracas dos consumidores online e acha que todo mundo só quer fazer isso. Pare.

Dando mais uma clicadas, descubro que a Oracle já existe desde 1970. O livro que insiprou os Wachowsky , “Neuromancer” de William Gibson é de 1984, e The Matrix, o filme, é de 1999. Da Oracle para o Livro e para o Filme temos em média 15 anos de distância.

O fato do parágrafo acima inviabiliza a minha teoria? Não sei. Tamanha a complexidade da pergunta, creio que reúna um número de variáveis tão grande que a resposta seja difícil de se encontrar. Sendo assim, tenho eu também que recorrer ao meu oráculo para saber.

MAGIC 8 BALL: As I see it, yes.

Lamentável.

Fevereiro 1, 2008 - Leave a Response

Acabo de mandar um email para alguns amigos também publicitários dizendo que acho lamentável o texto que acabei de ler no Blog de Guerrilha.

## Um próspero 2008 [para a Ivete, para o Nizan e para o Justus ##

O texto parte de uma matéria publicada no Estado de São Paulo falando sobre o futuro da propaganda em 2008 e usa como ilustração a Ivete Sangalo, o Nizan e o Roberto Justus.

Parentese 1 : Ivete, protagonista de duas campanhas das agências dos respectivos empresários.

Ele segue emitindo opiniões diversas  com trechos da matéria do jornal, como

“ou seja, se depender dos homens mais criativos e antenados do Brasil, 2008 será um ano de prosperidade para a Ivete Sangalo que vai continuar vendendo muita TV Philips e muita cerveja Nova Schin. Além de muito shampoo, muito cartão de crédito, muito sabonete, muito apartamento, muita sandália.

E também será um ano de prosperidade para as agências de propaganda, apoiadas nas comissões recebidas das poucas empresas brasileiras de comunicação, a maioria delas com concessão do Estado.

Parentese 2: Não vou aqui emitir a minha opinião sobre as campanhas que as agencias A ou Y fazem para seus clientes, não é o foco do texto.

O que me irrita nesse texto é a vontade de atacar as agências grandes, como se o trabalho delas não fosse efetivo, como se a TV realmente não vendesse, e como se o marketing viral e as estratégis inovadoras (que aliás, como a frase final do post, retirada da Wired) é totalmenet apoiada inclusive nas próprias agências grandes.

Adoro Guerrilha MKT, contar histórias em diversos suportes e tudo mais. Agora que é lamentável perceber a falta de visão em textos tendenciosos como este, é lamentável.  O pior de tudo é a irrelevância: texto tendencioso, em blog tendencioso (porém competente), que não sai desse circuitinho…

A verdade deve ser tão clara quanto o faturamento das empresas do Roberto Justus, do Nizan e do blogueiro ae.

Chamem o Bóris Casoy, por favor…

Todos os meus amigos resolveram fazer aniversário no mesmo dia.

Janeiro 20, 2008 - One Response

Acho que os pais deles são pouco criativos.

ou

Um bando de aquarianos sonhadores.

ou

Ê carnaval.